segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Sindicatos e Associações

Continuando com a última postagem, temos visto os políticos tratando a política como assunto deles em exclusividade, olha, eles até podem representar nossos anseios, necessidades, porém não são detentores em total da política.

Associações e Sindicatos representam as classes trabalhadoras, porém o que temos visto hoje é que os dois são a mesma coisa, estão desempenhando o mesmo papel, se desempenham o mesmo papel, qual é o porquê de pagar pelos dois? Alguns irão dizer que desempenham papéis diferentes, sim, deveriam, porém na prática o que tem acontecido é que estão por fazer exatamente a mesma coisa. Sabemos que na maioria das vezes estão é atrás de cargos, todos querem colocar a mão no que mais interessa a grana, o poder Sindicatos cada dia mais patronais, vendidos ao poder político e em vezes, visando o interesse próprio, o que vem em oposição contra o objetivo de suas criações que é o coletivo. Temos visto que cada dia mais, apesar de ser um assunto bem atual, “A Qualidade de Vida do Trabalhador”, que cada dia deparamos com instalações sem o mínimo de condições de trabalho, equipamentos ultrapassados, cadeiras e mesas que não oferecem o mínimo de conforto, porém é mais interessante lutar por 10% de aumento no salário, porém penso que este aumento não vai da para pagar a conta do Ortopedista e fisioterapêuta, por conta da cadeira quebrada na qual é oferecida. Cadê a valorização do Funcionário Público? Não existe Política de Valorização, o que existe hoje é cargo para Comissionados sem Vínculo, indicados por políticos que não respeitam o Serviço Público, usando apenas essas vagas como cabide de emprego, tratando o ambiente do Serviço Público como quintal de suas casas. Subir num palanque e dizer que está fazendo algo é fácil, porém o que temos visto é que no final, sempre vai valer o que o Governador disser. Cadê a Sociedade Civil Organizada? Temos esperado sempre pela ajuda casual do Ministério Público. Não tem como confiar em sindicatos ou Associações patronais, pois como em alguns casos, vendidos ao poder Executivo local e nunca vamos alcançar resolver nossas demandas por qualidade de vida melhor no serviço público, lembrando que Servidor Público com boas condições de trabalho, qualidade melhor de serviços desempenhados. Claro, não podemos dizer que uma política de cargos e salários, que não esteja tão defasado, visto que hoje a inflação e outros econômicos, fazem com que nossos salários percam seu poder de compra. 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

REFORMA POLÍTICA

Essa tão falada Reforma Política, vejo que ela é necessária, não do jeito que está sendo discutida e do modo que vem sendo votados todos os assuntos no Congresso Nacional. Creio na participação maciça da sociedade civil organizada sem participação de sindicatos ou associação de classes e também claro, sem esses protestos que invadiram as ruas, que em muitas e muitas mesmo das vezes são incitadas por partidos de oposição esquecidos, querendo espaço na mídia, ou mesmo alguns que nem sabem por que estão com a cara lá, sou super a favor da massa na rua, mas não é isso que vim falar, depois falo um dia sobre isso, eu também já fui para rua. A sociedade civil que tem que colocar a cara no meio das decisões, gosto sempre de dizer que sou revoltado com a “PRIVATIZAÇÃO DA POLÍTICA”, os tais empossados em cargos eletivos, tem um péssimo hábito de sentirem os donos das decisões, oras se foram escolhidos por nós para representar e batalhar por nossos direitos, como apenas eles podem ter o direito de serem donos da Política Nacional e de todas as decisões.
A Reforma Política tem em pauta alguns pontos que eu vou concordar e discordar de alguns itens:
·         Fim da reeleição, na qual o Presidente, Governadores e Prefeitos não podem mais exercer pleitos subsequentes, porém o pleito passará a cinco anos. Não vejo isso com bons olhos, pois vejo que um pleito não é um período suficiente necessário para realizar uma política que atenda as necessidades e anseios dos cidadãos, muitas das vezes o atual gestor apenas coloca em dias as contas e débitos deixados pelo seu antecessor, o tal arrumar a casa;
·         Já o fim das Coligações de Partidos nas eleições para Vereadores e Deputados, olho como um avanço, pois atualmente as siglas que se coligam somam os votos obtidos para assegurar maior número de cadeiras no Legislativo, assim entrando uns que nem o voto da família conseguiu;
·         Fim da necessidade de está filiado a um partido é um dos pontos fortes em minha opinião, pois o candidato não fica atrelado às exigências do partido, muitas vezes não toma decisões pensando na população e sim no partido;
·         A unificação das votações eu não acho interessante, nossa população ainda não está preparada para apenas em uma eleição eleger Presidente, Governadores, Senadores, Deputados, Prefeitos e Vereadores em apenas uma eleição, ainda temos um grande número de analfabetos, um grande número de idosos, e sem dizer que realmente é difícil ter que votar nesse tanto de candidatos, maior será a probabilidade de fraude, entre outros, apenas vejo no lado positivo o custo da campanha que sabemos que sempre tem valores exorbitantes.

E sobre o voto obrigatório, esse sim, é um assunto bom para falar, mas vou deixar para um próximo momento.